quinta-feira, 10 de maio de 2012

Revoltadinhos da Pós-Modernidade



Nobres leitores, de volta a ativa o Tudo na Mente está com um tema um tanto corriqueiro em nossas vidas, os GRANDES revoltados do mundo pós-moderno: Os Compartilhadores de Imagens e Mensagens. SIM jovens padawans, esses seres estão para nossas vidas assim como os carrapatos estão para os nossos estimados cães, e porque eu digo isso? Simples, porque eles apenas sugam, vivem a sugar a vitalidade e a organização de qualquer evento contra a corrupção ou contra uma ofensiva clara e direta ante os crimes existentes em nosso país.

Vamos lá, todos que me lêem têm Facebook, Orkut, ou qualquer outra rede social, além é claro de geralmente acessar pelo menos 1 grande site de noticias que não é exemplo para nada, mas mesmo você sabendo entra nele, e sabe que se negar seu histórico de navegação – do Chrome, do Explorer ou do Mozilla – lhe entrega. Pois bem, o Facebook trouxe além de uma serie de benefícios para quem estava entediado com o Orkut uma das novas pragas da humanidade, aquelas pessoas que são TÃO, MAS TÃO revoltadas que quando elas se enchem de revolta por um ato corrupto elas vão lá, entram no seu perfil do facebook, procuram avidamente um link e COMPARTILHAM o mesmo, revestidos é claro de toda uma revolta falsamente exercida.


Se isso fosse acompanhado de uma participação em um protesto, seja ele qual fosse, seja acompanhada de uma atitude de formiguinha no seu dia-a-dia, mas não, nem isso, o que chamo aqui de atitude de formiguinha é você fazer o seu papel, não furando filas, não comprando de cambistas, não pagando “toco” toda vez que é pego numa blitz, principalmente quando é você que está errado, esse tipo de atitude legitima todas as grandes falcatruas de nossa famigerada política nacional.

Geralmente essas pessoas têm um argumento em sua defesa que é “as revoltas no mundo árabe começaram a partir de organização pelas redes sociais”, JOVEM ANIMAL, essas manifestações não existiram por causa das redes sociais, elas existiram porque as populações envolvidas, os sujeitos agentes de seu tempo entenderam e conseguiram se fazer compreendidos pela população em geral que era chegada hora de uma mudança, que em tese, seria para o bem do povo daqueles países, a Primavera Árabe não aconteceu porque um babaca compartilhou um link, mas porque um povo COMPARTILHOU UMA IDEIA.


Abraços, H. Mason. 

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