segunda-feira, 30 de abril de 2012

A Poderosa Sétima-Arte



Desde que me entendo por gente sou um apaixonado por cinema, sob todas as perspectivas, independente do gênero da película me agrada muito estar numa sala de exibição ou na frente do PC ou da TV, tendo um momento único de devoção com algo de qualidade a ser exibido, pena que nem sempre isso é possível.

            Deparamos-nos constantemente com uma enxurrada de filmes, a cada semana uma quantidade inominável de estréias permeia os cinemas mundo afora, mas nós aqui do nosso mundo perdido das terras tupiniquins temos acesso a uma parcela reduzida deles por meio da indústria da telona, são escolhidos a dedo os filmes que ELES decidem que NOS interessam, e mesmo assim boa parte da negada jura que quem escolhe o filme que vê no cinema ali ao lado de casa ou no Shopping Center de sua preferência é ele mesmo.

 Quem tem acesso à grande rede sabe que existe uma vasta produção cinematográfica que suplanta em centenas a quantidade de filmes lançados semanalmente mundo afora e que chegam ao nosso conhecimento de forma pública, boa parte dos quais seriam de SEU INTERESSE, mas não nos chegam sequer noticias, cabendo a nós mesmos buscá-los por meio do famigerado Orkut e de sites de compartilhamento de arquivos. Incrivelmente os filmes nacionais são gigantescos reféns da prática atual; quando temos conhecimento do lançamento de algum filme nacional pode ter certeza que se tem alguém que o patrocina é a “hiperquerida” Globo.



Como resolver isso? Se informe. Busque os temas de seu interesse, boa parte deles pode ter um filme acerca, e um conselho deste preto que vos fala? As produções americanas dão show de efeitos especiais, mas é nas produções não-americanas que temos uma qualidade mais que estupenda, INDESCRITIVEL. Assisto muito mais filmes americanos do que outras produções, mas é lasca achar os outros, não é todo mundo que tem, e muitos dos que têm não disponibilizam...De toda forma, americano, brasileiro, europeu ou asiático, escolha a película e se divirta.



Abraços, H. Mason 

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Danousse, e se Atlântida existisse?



Esse texto é a abertura de uma série sobre curiosidades do nosso mundo que simplesmente eu só tive acesso através de conversas com meus pares ou por obras do acaso.

Pra inicio de conversa teríamos que admitir que se a existência de Atlântida não fosse apenas um conto bonitinho não seriamos tão inteligentes quanto julgamos ser, ou que na menor das hipóteses existe toda uma rede de conspiração que impediria a divulgação de tais fatos, parece piada, mas existe gente mais propensa a acreditar que Cabral deu de cara com as terras tupiniquins por acaso do que admitir sequer a possibilidade de civilizações infinitamente mais antigas e desenvolvidas que as atuais, o que de certa forma acarretaria na admissão do regresso cientifico humano, tenham existido.


O conhecimento histórico foi determinado durante a maior parte de seu tempo por quem vence as batalhas e por quem governa, há pouco tempo começaram a tentar enxergar os outros lados do triângulo, sim triângulo, porque nem sempre os lados da historia são iguais, pelo contrário são inequivocadamente distintos. Basta apenas que nos deparemos com um fato extremamente simples como por exemplo os nossos queridos marcos de divisão das “idades” históricas como a antiga, a média, a moderna e a contemporânea, essa divisão  bonitinha e certinha não agrada a todos, mas quase todos concordam com uma coisa, as sociedades humanas mais antigas, dignas de relatos históricos efetivos, e sobre as quais se desvelam imensos e incontáveis textos aparecem junto com o desenvolvimento da escrita, feito esse atrelado aos sumérios lá pelos idos de 4.000 a.C. 

Deixa ver se eu entendi certinho, se houve alguma civilização descente, digna de reconhecimento ela ocorreu no máximo a quatro mil e pouquinhos anos antes do nazareno certo? Certo... ERRADO. Isso é o que dizem os quadrados historiadores que vêem a história como um reflexo apenas daquilo que se pensa por meio de uma história produzida sob o viés tradicional, relegar todas as produções líticas, culturais e "pré-históricas" anteriores a essa datação a um pensamento digno de esquecimento é estranho e, no meu modo de ver, grosseiro de pensar a nossa história.


O que mais me intriga é porque os achados que podem ter alguma relevância para a sociedade mundial no âmbito de sua vida pregressa deve ficar confinado em um mundo de clandestinidade de informação, porque pra mim quando uma informação não é divulgada abertamente ela trafega de forma clandestina, não por ser ilegal, mas por ser repassada através apenas de mitos e lendas, que funcionam como uma forma de mascarar uma novidade, de transformar o real em algo jocoso, hilário e digno de contemplação apenas pelas crianças. Nem todos os mitos são verdade, mas também deixam de ser piada quando as evidências surgem.

Abraços, H. Mason

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Futebol de Novo?


Lá vem eu aqui no blog falar mais uma vez de futebol, sim é verdade!!! Principalmente porque postei não tem nem uma semana direito sobre a violência das torcidas e acabou que aqui no que chamam de Clássico das Multidões uma infinidade de malandros que trajam os uniformes das organizadas de maior prestigio dos dois clubes - Sport Club do Recife e Santa Cruz Futebol Clube - a Torcida Jovem e a Inferno Coral, respectivamente, entraram em confronto desde antes da partida.

Isso é novidade? Não, não é, aconselha-se em todo caso àqueles que não estão a se direcionar para o local da partida para o jogo, que nao saiam de casa... SÓ eu que acho que essa joça está toda troncha é? Porque simplesmente a população tem que ser privada do seu direito de ir e vir, do seu lazer no domingo, dia único de lazer pra boa parte dos recifenses ? 

Não sou partidário da extinção das Organizadas, sou partidário de uma ação efetiva do governo na caça desses marginais, recursos temos, mas simplesmente não é de interesse dos governantes e muito menos dos dirigentes dos clubes, que na realidade é quem financia as Organizadas, não adianta eu fazer um longo post, adianta divulgar uma ideia, e a ideia é que não nos acovardemos do nosso direito de sequer cogitar uma melhoria.

Abraços, H. Mason

sexta-feira, 13 de abril de 2012

MMA é para os fracos! Bom é briga de “Organizadas”



Desde que era pequeno, e isso faz tempo, vejo brigas entre torcidas organizadas, a que mais me chocou, e me choca até hoje foi o confronto entre a Mancha Verde e a Independente, torcidas organizadas de Palmeiras e São Paulo, respectivamente, confronto esse ocorrido no estádio do Pacaembu em 1996, e pasmem, não era uma final dos profissionais e sim dos juniores pela já extinta Supercopa de Futebol Júnior, tal confronto terminou com a morte do jovem Márcio Gasparin da Silva, de 16 anos de idade.



De lá pra cá incontáveis confrontos ocorreram, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Pernambuco tem confrontos constantes, não que os outros Estados da Federação estejam livres deles, mas as noticias que chegam até minha pessoa sempre são mais contundentes sobre esses Estados, o resultado é simples, IMPUNIDADE.


Nessa área especifica a legislação brasileira é extremamente branda e superficial, já vimos policiais matarem torcedores, torcedores se matarem de forma brutal, e o que até hoje o legislativo fez de efetivo para conter esse tipo de ato? NADA. Por que não interessa, não convém desperdiçar o hiper valorizado tempo dos nossos legisladores com algo tão banal como a vida das pessoas.

Eu, particularmente, estou cagando para a vida de quem vai aos confrontos travestidos de torcedores apenas com o intuito de fazer mal, prejudicar, agredir o outro, tão somente pelo ridículo fato do outro torcer pra ou clube, ter um gosto diferente. Mais recentemente houve a morte de um torcedor do Palmeiras em um confronto premeditado via internet contra torcedores do Corinthians, porque eu deveria me comover com a morte desse carinha? Ele foi pra o confronto sabendo o que poderia acontecer, é o tipo de marginal que usa a camisa do clube, porta o seu símbolo, não pelo amor ao time, mas sim porque é um signo de rivalidade. 


Existem ainda àqueles que vão dizer que o problema é o futebol, COMO? Sim, existe esse tipo ridículo e leigo de comentário. O problema caros críticos do esporte não é o esporte, mas em quê as torcidas organizadas se transformaram, desde sua origem como a Charanga do Flamengo que ia aos estádios em idos das décadas de 30  para apenas incentivar o clube. Respondam-me de forma direta e concisa se houver possibilidade, quem é que financia as organizadas? Quem é que libera os meliantes presos portanto armas dentro das organizadas? O buraco é muito mais embaixo e afirmo com todas as letras que o problema não é o esporte, o problema é como a questão é e sempre foi tratada, com desleixo não só da parte do governo, o desleixo principal é o da população, que é quem sofre com o quebra-quebra após cada derby perdido, a cada eliminação, a cada campanha malograda.

Abraços, H. Mason. 

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Pai, NÃO afasta de mim esse CALE-SE


Essa semana, no Clube Militar situado na esquina da Avenida Rio Branco com Rua Santa Luzia no Estado do Rio de Janeiro, houve uma comemoração da terceira idade, um encontro fervoroso, dotado de alegria e sentimento de dever cumprido, exacerbadamente solene e de forma alguma passível de controvérsia. Esse encontro meus nobres foi para comemorar os 48 anos da nossa saudosa CONTRA-REVOLUÇÃO DE 1964, ou por acaso vocês acham que em sã consciência eu iria chamar tão sublime movimento pela alcunha pejorativa de GOLPE?

Esses senhores que vão lá com seus quase 80, 90 anos de idade têm mesmo que comemorar, não houve um só momento em que não tivessem tal direito. Construíram a duras penas um Estado de Direito perfeito, que foi pautado pelas necessidades da população brasileira ante ao avanço comunista que se configurava de forma clara e cada vez mais veemente em nossa sociedade, atingindo setores importantes e não podia as Forças Armadas, em sua posição imponente de defensores perpétuos da sociedade tupiniquim, fechar os olhos perante tal balburdia que se aproximava do poder, estava lançada uma tentativa de transformar nosso pais em mais uma URSS ou mais uma Cuba. Já tínhamos vivido isso com o Plano Cohen em 1937, então que custava fazer a população acreditar mais uma vez que estávamos a beira do avanço vermelho.

Esses senhores que ostentam medalhas devem regozijar-se cotidianamente, eles bravamente lutaram em uma guerra que foi justa, que respeitou todas as liberdades individuais, que defendeu acima de tudo os direitos humanos e que jamais, JAMAIS levou a cabo ato qualquer que pudesse ferir a honra ou manchar de vermelho as ruas e celas desse Brasil. Forjaram a ferro e fogo, com lágrimas de suas famílias receosas de seu difícil trabalho diário, um país que crescia larga e cegamente os rumos do progresso, um país que era um gigante nos campos de futebol e um anão na humanidade.

Esses senhores têm mesmo que se orgulhar, pois mataram, estupraram, torturam, mas ninguém foi condenado, processado ou sequer teve um incomodo desarranjo estomacal antes ou durante seu tranqüilo sono, porque hoje esses senhores ocupam cargos importantes nos governos municipais e estaduais, têm uma influencia gigantesca no governo federal, de quê eles vão reclamar?

Enquanto esses senhores e senhoras que estão a ler essa  postagem do Tudo na Mente, esses sim têm do que reclamar, da falta de acesso ao outro lado da história, esses não podem se orgulhar porque em seu pais um torturador caminha livremente entre os torturados, pois nesse pais existe uma Lei da Anistia que só beneficia quem mata, estupra e tortura, pois nesse país tudo se cala.


Abraços, H. Mason




terça-feira, 3 de abril de 2012

E o cheirinho ó


Inodoros leitores, dessa vez pretendo me ater a algo menos visível e mais sensível, principalmente aos nossos estimados receptores olfativos, ou de forma menos erudita aos nossos narizes, mas não pra falar deles biologicamente, mas sim pra falar daquilo que os estimula ou os repulsa, o bom e velho aroma. Cidadão e cidadã, você usa perfume? Não? Deveria! Não que você feda, mas o que não atrapalha pode ajudar, esse é o caso do bom (nem sempre) e velho perfume. 
                  
 Os egípcios já o usavam e com o passar do tempo a Europa passou a dar-lhe a importância necessária para que esse item se afirmasse ao longo dos séculos, principalmente em épocas onde, além do banho não ser comum, as roupas eram feitas para serem usadas por nada menos que um ano ou mais, ou vocês acham que antes da Revolução Industrial já existiam a C&A, a Calvin Klein ou ainda a finada Mesbla?

Hoje em dia dentro do meu perfumado ponto de vista o uso do perfume faz parte do ser, menos daquele filosoficamente trabalhado por Heidegger e Sartre do que a personalidade em si. O perfume atrai de uma forma incrivelmente voraz, mas em igual, e até maior proporção, repulsa.

Somos sensíveis a eles porque parece que simplesmente eles tocam profundamente em nosso mais intimo estado de prazer para trazer a tona o mais sublime e incisivo toque de particularidade  que possa ser demonstrado, porque nada é mais característico do que o gosto de cada um, quantas  vezes seus conhecidos chegaram perto de você com aquele perfume horrível que um pingo domina todo o ambiente parecendo que usaram o frasco todo? Ou quantas vezes a garota perfeitinha conseguiu destruir toda uma mentalização da até ai perfeição com um levantar de braços? Pois é meus queridos, o perfume pode ser avassalador, claro que tenho o meu fraco, que não vem ao caso citar o nome, mas sei que  o/a individu@ com o toque aromático  correto tem uma gigante possibilidade de conseguir seus intentos.
Abraços, H. Mason.