Esta postagem será um tiquinho
diferente das outras, de toda forma espero que gostem.
Esse é um assunto que julgo deveras interessante
meus queridos, não somente por ser algo que sempre tive um gosto inestimável,
mas também porque cresci me sentindo uma exceção musical, já que desde cedo
apreciava esse estilo maravilhosamente desenvolvido por algumas das maiores
mentes musicais desse mundo. Então que tal música clássica brasileiríssima com Heitor Villa Lobos?
Mas afinal de contas, música clássica é sinal de
que você é mais velho que os demais? Se for assim então devemos atribuir uma
sequência de “idades musicais” a todos os estilos? Talvez devamos posicionar o
nosso tão querido e inestimável brega dos Mc’s na idade da
pornografia moderna, e o sertanejo antigo junto à idade das coroas solteironas?
Música não tem idade. Então tome Richard Wagner com a Cavalgada das Valquírias.
Música é nada mais do que a melhor expressão
artística, pois onde você estiver ela lhe alcança, e a música clássica em si
tem algo que todas as outras não tem, um poder intrínseco de metamorfosear-se
de tantas formas, entrelaçada em tantos outros estilos musicais que quando nos
apercebemos estamos a ouvir suas variações mais memoráveis. Então meus inestimáveis, decidi brindá-los com a música que me fez apaixonar-me pelos clássicos, curtam e aproveitem essa obra prima do compositor italiano Gioachino Rossini e imortalizada pela Walt Disney.
Abraços Musicados, H. Mason.

Muito bom. Também amo musica clássica!
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