segunda-feira, 23 de abril de 2012

Danousse, e se Atlântida existisse?



Esse texto é a abertura de uma série sobre curiosidades do nosso mundo que simplesmente eu só tive acesso através de conversas com meus pares ou por obras do acaso.

Pra inicio de conversa teríamos que admitir que se a existência de Atlântida não fosse apenas um conto bonitinho não seriamos tão inteligentes quanto julgamos ser, ou que na menor das hipóteses existe toda uma rede de conspiração que impediria a divulgação de tais fatos, parece piada, mas existe gente mais propensa a acreditar que Cabral deu de cara com as terras tupiniquins por acaso do que admitir sequer a possibilidade de civilizações infinitamente mais antigas e desenvolvidas que as atuais, o que de certa forma acarretaria na admissão do regresso cientifico humano, tenham existido.


O conhecimento histórico foi determinado durante a maior parte de seu tempo por quem vence as batalhas e por quem governa, há pouco tempo começaram a tentar enxergar os outros lados do triângulo, sim triângulo, porque nem sempre os lados da historia são iguais, pelo contrário são inequivocadamente distintos. Basta apenas que nos deparemos com um fato extremamente simples como por exemplo os nossos queridos marcos de divisão das “idades” históricas como a antiga, a média, a moderna e a contemporânea, essa divisão  bonitinha e certinha não agrada a todos, mas quase todos concordam com uma coisa, as sociedades humanas mais antigas, dignas de relatos históricos efetivos, e sobre as quais se desvelam imensos e incontáveis textos aparecem junto com o desenvolvimento da escrita, feito esse atrelado aos sumérios lá pelos idos de 4.000 a.C. 

Deixa ver se eu entendi certinho, se houve alguma civilização descente, digna de reconhecimento ela ocorreu no máximo a quatro mil e pouquinhos anos antes do nazareno certo? Certo... ERRADO. Isso é o que dizem os quadrados historiadores que vêem a história como um reflexo apenas daquilo que se pensa por meio de uma história produzida sob o viés tradicional, relegar todas as produções líticas, culturais e "pré-históricas" anteriores a essa datação a um pensamento digno de esquecimento é estranho e, no meu modo de ver, grosseiro de pensar a nossa história.


O que mais me intriga é porque os achados que podem ter alguma relevância para a sociedade mundial no âmbito de sua vida pregressa deve ficar confinado em um mundo de clandestinidade de informação, porque pra mim quando uma informação não é divulgada abertamente ela trafega de forma clandestina, não por ser ilegal, mas por ser repassada através apenas de mitos e lendas, que funcionam como uma forma de mascarar uma novidade, de transformar o real em algo jocoso, hilário e digno de contemplação apenas pelas crianças. Nem todos os mitos são verdade, mas também deixam de ser piada quando as evidências surgem.

Abraços, H. Mason

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